terça-feira, 6 de março de 2012

'Por pouco', Brasil passa Reino Unido e se torna 6ª economia global


O crescimento de 2,7% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2011, anunciado nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), confirmou uma previsão feita por analistas recentemente: de que no ano passado a economia brasileira ultrapassaria a britânica e se tornaria a sexta maior do mundo. No entanto, a ultrapassagem ocorreu por margem menor que a esperada.
Segundo cálculo do Centro para a Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR), um instituto britânico, o PIB brasileiro alcançou US$ 2,469 trilhões (cerca de R$ 4 trilhões) em 2011, ante US$ 2,420 trilhões do britânico.
"A diferença foi menor do que havíamos previsto antes. A economia brasileira tropeçou, mas a economia do Reino Unido foi ainda pior no ano passado, então não foi o suficiente para mudar o cenário", diz o analista Tim Ohlenberg, do CEBR.
O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país ao longo do ano. Agora, somente Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França estão à frente do Brasil no ranking, que leva em conta os PIBs nominais, medidos em preços correntes.
Outros dois institutos econômicos ouvidos pela BBC Brasil confirmam que a ultrapassagem ocorreu. Segundo cálculos da Consultoria Tendências, o PIB brasileiro alcançou US$ 2,477 trilhões em 2011. O britânico, por sua vez, chegou a US$ 2,421 trilhões.
Em 2010, de acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), o PIB brasileiro valia US$2,09 trilhões, comparado a US$ 2,25 trilhões da Grã-Bretanha.
Para comparar os PIBs, deve-se converter suas quantias (medidas nas moedas locais) em dólares, usando como base a cotação média do real e da libra para a moeda americana em 2011. É a primeira vez que o PIB brasileiro aparece à frente do britânico.
A ultrapassagem se explica em grande parte pelos desempenhos das duas economias no ano passado: enquanto o Brasil cresceu 2,7%, a Grã-Bretanha teve expansão de 0,8%.
A economia britânica tem sofrido com os prolongados efeitos da crise econômica na Europa.
Segundo analistas, outro fator que teve peso no resultado foi a acentuada apreciação do real no período, superior à valorização da libra.
O Instituto Nacional de Pesquisa Econômica e Social (NIESR, na sigla em inglês) também confirmou que o PIB brasileiro ultrapassou o britânico. Nas contas do instituto, que faz a comparação com base em dados do FMI e em taxas de câmbio atuais, o PIB brasileiro hoje vale US$ 2,52 trilhões, enquanto o britânico vale US$ 2,48 trilhões.
Apesar do resultado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que é mais importante ter uma economia dinâmica, com crescimento sustentável, do que ter o sexto maior PIB global.

Consumo das famílias

Segundo o IBGE, ao crescer 2,7% em 2011, o PIB brasileiro alcançou R$ 4,143 trilhões.
Ainda que bem inferior à projeção do governo no início do ano passado, de expansão de 5%, o resultado de 2011 evidencia o relativo bom momento da economia brasileira num momento em que a Europa e os Estados Unidos enfrentam graves dificuldades para voltar a crescer.
No entanto, apesar do resultado anual, os dados indicam que houve uma desaceleração da economia no fim do ano passado. De acordo com o IBGE, a economia cresceu 0,3% nos últimos três meses de 2011 em relação ao trimestre anterior.
Ainda segundo o Instituto, o desempenho da economia em 2011 foi puxado pelo consumo das famílias, que teve expansão de 4,1% em relação a 2010. Também tiveram bons resultados o setor agropecuário, com crescimento de 3,9%, e o de serviços, com 2,7%.
  Abraão Michelon
Empresário, Bacharel em Teologia, Casado com Michelle Oliveira de Sousa e pai de Isaac e Sarah 

Governo adotará medidas para ajudar indústria--Mantega!


SÃO PAULO, 6 Mar (Reuters) - Diante do resultado fraco da economia em 2011, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o governo prepara um pacote de medidas para estimular o setor industrial, que abrangerá novas medidas para impedir a sobrevalorização do câmbio. 
"O setor industrial precisa de alguns estímulos que serão dados", afirmou Mantega. "As medidas não estão prontas, faremos ao longo do ano para estimular o investimento e o setor industrial", afirmou o ministro ao comentar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
A economia brasileira cresceu 0,3% no quarto trimestre de 2011 em comparação com o terceiro, levando a expansão acumulada no ano a 2,7%. O desempenho indica que a atividade econômica começou a melhorar no fim do ano passado, apesar de o setor industrial continuar patinando bastante.
Entre os estímulos já dados pelo governo, o ministro citou os cortes já feitos na taxa Selic, a redução de juros e sperad a ser feita pelos bancos públicos e a ampliação do investimento público. Ele também ressaltou o efeito do reajuste do salário mínimo -que segundo ele injetará 50 bilhões de reais na economia- e a continuidade de expansão do mercado de trabalho, que amplia a massa salarial e estimula o consumo. 
Mantega voltou a falar que o governo continuará atuando no câmbio, para evitar que o real tenha forte valorização diante o dólar. 
"Não permitiremos grande ingresso de capital em busca de especulação e arbitragem, vamos coibir essas operações. Vamos manter o real desvalorizado com um arsenal de medidas", afirmou o ministro, acrescentando que o arsenal do governo  é "infinito." 
"Podemos criar outras medidas e temos várias em curso, tanto no âmbito do mercado futuro de derivativos quanto no mercado spot", afirmou Mantega. 
O ministro disse ainda que o PIB do ano passado não foi maior devido ao efeito da crise externa na economia brasileira e devido ao comportamento do setor industrial, que enfrentou forte concorrência com os produtos importados. 
"Se não tivesse ocorrido o agravamento da crise externa, teríamos chegado a 4% (em 2011). Houve deterioração grande para o setor de manifaturados. Tivemos muita entrada de mercadorias importadas as preços muito baixos, a concorrência recrudesceu a algo nunca visto", comentou o ministro. 
Mantega disse ainda que a economia crescerá de forma gradativa este ano e atingirá seu ápice no quatro trimestre, quando deverá registrar variação de 5%.

fonte: http://economia.uol.com.br


  Abraão Michelon
Empresário, Bacharel em Teologia, Casado com Michelle Oliveira de Sousa e pai de Isaac e Sarah 




Silêncio............




‎"Ficar em silêncio não é apenas deixar de falar, mas educar os ouvidos para escutar tudo o que está à nossa volta”. Mesmo no meio de um som estrondoso de uma orquestra, o bom maestro consegue reconhecer uma flauta que esteja desafinada; da mesma maneira, nós precisamos treinar nossa audição, até que ela seja capaz de ouvir a voz de Deus no meio do mercado.

O homem moderno considera o silêncio algo muito aborrecido. Acha difícil ficar quieto - está sempre ansioso para fazer algo, dar um conselho, colocar um trabalho de pé; e termina escravo de sua compulsão para agir.

Quando você se acostumar à quietude, quando conseguir passar alguns minutos do seu dia em silêncio, então terá realmente liberdade para decidir sobre sua vida.

Diz o poeta Gibran: "quando o seu pensamento não encontra raízes em seu coração, tende a ficar o tempo todo em sua boca".

Na verdade, precisamos ouvir mais, meditar mais e falar menos. Quem muito fala, muito erra. Ouvir é virtude de quem aprendeu a silenciar-se. Somente conseguiremos aprender quando exercitarmos essa virtude.
 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Planejamento Financeiro Pessoal ou famíliar





O que é Planejamento Financeiro Pessoal?
Significa ordenar a nossa vida financeira de tal maneira que possamos sempre ter reservas para os imprevistos da vida e sistematicamente, vagarosamente, construir um patrimônio (financeiro e imobiliário), que garanta na aposentadoria fontes de renda suficientes para termos uma vida tranqüila e confortável.


Planejamento Financeiro Pessoal
"Uma pessoa se torna adulta quando começa a gastar mais do que o que ganha" Millor Fernandes
O orçamento familiar ou pessoal é uma previsão de receitas (renda, juros, aluguéis, etc.) e despesas num determinado período de tempo (mês, trimestre, ano, etc.).

Esta previsão   permite que a pessoa visualize de forma organizada como estão suas contas hoje e como elas ficarão num determinado período de tempo à frente.

As pessoas costumam ter um orçamento que pode ser escrito ou não. Um orçamento escrito indica a existência de um maior interesse pela sua utilização e fornece informações de melhor qualidade. Se o orçamento não está escrito (apenas na memória da pessoa), fornecendo-lhe informações sem uma maior precisão, sua efetiva utilidade será bem menor.

Ter um orçamento escrito e formalmente organizado é apenas uma condição necessária para se ter um planejamento financeiro satisfatório. Muitas pessoas chegam a elaborar um orçamento mas desistem ao verificar que ele não funciona a contento.

Um bom planejamento financeiro pessoal começa pela criação de um orçamento pessoal confiável, o que significa previsões com um satisfatório grau de precisão.
Para algumas pessoas,  as previsões mais incertas são as de renda. Entre essas se destacam aquelas cuja renda é formada principalmente por comissões ou bônus.  Nesses casos, o melhor a fazer é trabalhar com três hipóteses de renda anual: a provável, a otimista e a pessimista. Assim, as despesas obrigatórias ficariam atreladas à previsão pessimista.  Um valor mais elevado de gastos seria realizado caso se confirmassem as previsões provável ou otimista.
Quanto às despesas, se há um orçamento detalhado e disciplina na sua execução, não haveria, na maioria dos casos, porque haver surpresas nos valores realizados.
A falta de disciplina na execução do orçamento ocorre principalmente com as compras por impulso. Algumas pessoas adotam soluções especiais  para este problema, como por exemplo sair de casa sem talões de cheque ou cartões de débito ou crédito, não passar em determinados lugares etc. Outras  a evitam levar crianças para as compras.
A observação de um princípio simples pode dar bons resultados: os dissabores das compras feitas por impulso costumam ser bem mais fortes e duradouros do que a satisfação por elas proporcionadas.
Muitas pessoas se deparam com o fato de  que as despesas projetadas são sempre superadas. Isto acontece, geralmente, porque o orçamento de despesas foi elaborado de modo incompleto. Convém lembrar um princípio  básico: sem planejamento cuidadoso, nossos gastos serão sempre maiores do que imaginamos.
Uma pessoa pode ter um orçamento bem elaborado, sem maiores dificuldades com as projeções de renda e despesas e ainda assim enfrentar sérios problemas na administração de suas contas. Isto acontece quando existe um descasamento temporário entre renda e despesa.

A pessoa pode ter uma renda anual compatível com sua despesa. Entretanto, em determinados meses, a renda é menor do que a despesa e em outros acontece o contrário. Neste caso, é preciso que a pessoa tenha, além do orçamento, uma projeção de entradas e saídas de dinheiro, mês a mês ao longo do ano. Seria o seu orçamento de caixa.

O BRASILEIRO NÃO TEM POR PRATICA, PLANEJAR A SUA VIDA FINANCEIRA!!!


  Abraão Michelon
Empresário, Bacharel em Teologia, Casado com Michelle Oliveira de Sousa e pai de Isaac e Sarah 


Visita a caverna de VALINHOS/SP - REPORTAGEM REDE RECORD